Quanto tempo dura uma bateria?

Bateria

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Quanto tempo dura uma bateria?
De acordo com os especialistas contatados por Autoesporte, a garantia de fábrica das baterias são de em média um ano e meio, mas o dispositivo pode durar até dois anos.

Quanto custa uma bateria e como deve ser feita sua manutenção?
Se o carro não tiver sido comprado recentemente, a bateria pode ter uma tampa onde deve ser inserida água destilada a cada dois meses. O nível da água deve ficar um pouco acima do topo da placa. Hoje, a maioria das baterias não requer manutenção, pois são seladas. “Algumas delas têm um informativo visual que indica se está carregada ou descarregada. É uma espécie de olho ou visor sobre a caixa de plástico. Se ele está verde, ela está carregada, se está preto, está descarregada, por exemplo”, afirma Walter Abramides, engenheiro mecânico e proprietário da oficina Garage WEB.
Algumas marcas recomendam trocas a cada 50 mil quilômetros ou três anos de uso, mas depende do tipo de condutor. Um taxista, por exemplo, deverá substituí-la mais cedo, pois dá diversas partidas ao dia. E a partida é o maior consumidor de bateria em um carro. Ao contrário de uma pessoa que pega rodovias no cotidiano. O preço médio do produto é de R$ 300 a R$ 600.

Quais são os sinais de que a bateria está com problema?
O primeiro sintoma de que a bateria está descarregada ou desgastada é uma partida mais lenta, quando ela faz um som esforçado. “Quando o carro está em marcha lenta e o farol está amarelado, pode se um sinal também”, conta Walter.

Se a luz indicadora no painel ascender, não significa que ela está ruim, significa que ela não está recebendo energia do alternador e precisa ser carregada. “Além do desgaste natural, a bateria pode quebrar internamente. Se isso acontecer, não dizemos que ela está aberta. Isso significa que ela acumula energia, mas não consegue soltar energia”, explica Venosa.

A bateria precisa ser higienizada?
É preciso limpar os polos porque eles tendem a oxidar. Para limpá-los, basta desligar o polo, passar uma escova de aço tanto no polo quanto no fio e passar graxa para evitar que o vapor entre em contato com o oxgênio e cause oxidação.
“Existe uma vedação, mas ao longo do tempo pode vazar vapor de ácido sulfúrico”, diz Venosa. O produto da oxidação é um sal popularmente chamado de zinabre. Ele é azulado e corrosivo, portanto é preciso ter cuidado ao manuzeá-lo. “Se estiver muito intenso, recomenda-se que jogue água fervendo e manusear o mínimo possível. Mas quando a preseça de zinabre está intensa, está decretado o fim da vida da bateria”, ressalta Walter.

“A pessoa até pode fazer isso em casa, com a recomendação de que ao tirar a bateria do carro nunca deixe a chave no contato. É uma dica para carros totalmente eletrônicos, já que isso pode desprogramar o veículo. Outro perigo é colocar a bateria com polos invertidos, o positivo no negativo e vice versa. Fatalmente, ao dar partida vai danificar alguns módulos do carro, que são caríssimos”, alerta Venosa.

Quanto tempo o carro pode ficar parado sem danificar a bateria?
Se a bateria for nova, o carro pode ficar desligado por cerca de um mês que não haverá problema para dar partida.
É prejudicial usar o cabo de transferência para recuperar a bateria de um veículo – fazendo a famosa chupeta?
Não, desde que a chave do veículo descarregado não esteja no contato. Esses fios devem ser bem grossos porque a corrente que passa por eles é forte. É preciso conectar os cabos, deixar o outro carro ligado para dar uma pré-carga e em seguida a pessoa pode dar a partida. Lembrando que os cabos devem ser ligados no positivo com positivo e negativo com negativo. “Isso é apenas um socorro. Apesar de ser muito utilizado, não é muito bem visto porque você também pode gerar faíscas, mas é uma pratica perigosa que deve ser feita com muito cuidado”, alerta Walter.

http://revistaautoesporte.globo.com/Servico/noticia/2015/06/autoajuda-bateria.html

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